8.08.08
A MULHER SÁDICA SOU EU. A mulher que não se depila. A parva que trabalha em cima do calhamaço da Leibovitz com as fotografias da Susan Sontag a morrer. A Susan Sontag a morrer. O génio da literatura a passar ao meu lado na rua, mais uma vez, sim e nem lhe ligar. A mulher sádica sou eu comigo mesma. E podem acreditar que não há pior do que eu comigo mesma. Eu ao quadrado. Perguntem a quem sabe. Dou nomes e moradas. Banalidades jogadas fora no consultório do Zieger. Eu posso. Eu pago.


por Mónica Marques às 10:55

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