18.08.09

Podemos ficar  aqui a falar do Robert Doisneau. Podia contar-te que me fartei de gamar postais, em frente ao Beaubourg,  com aquela fotografia do homem e da mulher que passam e se beijam apaixonados e os oferecia aos meus namorados.  Os mesmos que neste Verão reencontrei em Lisboa. incrível porque farto-me de ir a Lisboa sem encontrar ninguém e desta vez encontrei todos, todos mais velhos e mais bonitos.  Por isso eu não quero falar do Doisneau, nem do pastel do Alberoni, que estudei e sublinhei em busca de uma explicação para o que não sabia, nem entendia e, felizmente, continuo sem saber , nem entender,  vinte anos depois.

Eu queria era avançar sobre mim e saber tudo o que sinto contigo, ou de te mostrar como sou boa no arco e flecha da Wii,  e que achasses graça ao que me arrependo de não ter ido com os outros. Mas padrões freudianos são coisas muito chatas. 



por Mónica Marques às 00:59

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