12.03.10

 O fantástico direito de escrever cartas, notas, recados, bilhetes, listas de supermercado, histórias verdadeiras ou inventadas. Toda a gente devia escrever poesias, músicas,  quadras, bulas de remédios, receitas culinárias, receitas médicas. Qualquer coisa que fosse, qualquer coisa que seja, por mais parva, mais insignificante, mais obtusa, mais excêntrica, mais genial. E cartas de amor. E fazer cem revoluções por minuto letra a letra, com vírgulas ou sem vírgulas, enormes pontuações, interrogações à brava e exclamações à bruta. Escrever é a maior cura, a maior forma de entender e resolver o mundo. Escrever é a melhor coisa do mundo.

 

Publicado em Abril 2009 no jornal do Music Box, Lisboa Capital República Popular.

Este ano, em Abril, há mais jornal.



por Mónica Marques às 13:52

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