12.04.10

 

"Como ele, são muitas as pessoas que preferem a representação de alguém ao alguém propriamente dito; ou seja, o que «representa» e não o que «é». O duplo suplanta assim a realidade, especialmente quando esta traz por defeito ou necessidade algum aborrecimento, interesse, desprezo ou comodismo."
Pedro Duarte Bento, no Vontade Indómita.

 



por Mónica Marques às 08:26

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