21.01.11

O Carlos Castro era uma anã. O Carlos Castro era uma víbora. O Carlos Castro era o basfond da gaylândia. O Carlos Castro falava mal de toda a gente que era melhor que ela. O Carlos Castro era uma cabra e agora eu acredito que há alguém que cuida de nós lá em cima porque o Carlos Castro teve a morte que merecia, uma morte de filme de terror, assassinado por um cabrão maluco. Mas um Cabrão bom para aquela cabrita. Eu vomitava cada vez que aparecia o Carlos Castro na Televisão, bichona nojenta a acertar contas com os inferninhos mal resolvidos dele. E pensava, é nisto que não te podes tornar, tu podes ser gay, adorar maminhas, mas tem medo, tem muito medo, olha se ficas um homem Carlos Castro?

O Carlos Castro não foi empalada até morrer, mas podia ter sido, porque o Carlos Castro personificava toda a merda cócó diarreia que alguém pode ser. A história do Carlos Castro podia ser contada às criancinhas, nos colégios, para os impedir de se tornarem maldizentes, chantagistas, julgadores, fofoqueiros, cínicos, pessoas feias: "olha se disseres mal do teu amigo vais acabar como o Carlos Castro, as tuas cinzas deitadas num respiradouro do metro de Nova Iorque a sujar os casacos das pessoas que trabalham, ou então o turbante branco de algum monhé bonzinho". Foda-se, às vezes Deus dá um ar da sua graça.  Agora só faltam a Maya e o Cláudio Ramos.



por Mónica Marques às 13:33

21 comentários:
De João a 25.01.11 às 12:37
Abençoada! O Carlos Castro era realmente nojento e morreu às mãos de um triste que não é muito bom da cabeça. A cena das cinzas no respiradouro estabeleceu o cúmulo do ridículo, mesmo de acordo com lei revisteira cor de rosa.


De pedro a 27.01.11 às 10:41
Subscrevo integralmente


De MONICA ALMEIDA a 27.01.11 às 11:38
ANTES DE CRITICAR TANTOS OS OUTROS DEVIA PRIMEIRO FAZER UMA AVALIAÇÃO PROFUNDA DA SUA PERSONALIDADE E OLHAR BEM PARA SI QUANDO SE OLHA AO ESPELHO, CRITICAR OS OUTROS E DIZER MAR É SEMPRE DEMASIADO FÁCIL...


De Patrícia Santos a 28.01.11 às 02:28
Enoja-me comentários desse tipo. Provavelmente se não fosse homossexual não haveria tantos "vivas" à sua morte. É certo que o homem falava e por vezes falava demasiado, mas ninguém merece morrer dessa maneira, às mãos de um maluco que devia apodrecer na cadeia. Quem tira a vida a um ser humano, sem qualquer razão, perde todo e qualquer direito de humanidade e compaixão. E quem rejubila com semelhante noticia, torna-se igual ou pior. Pois se o homem falava e criticava tudo, tu também não ficas atrás, com um comentário como este.
Pois, uma coisa é não gostar do homem, outra é desejar-lhe a morte. Com certeza, se fosses tu no seu lugar, não irias conceber comentários como estes à tua pessoa.
Enfim, estupidez portuguesa. Desculpa a sinceridade, mas é muito triste.


De Carla Maia de Almeida a 29.01.11 às 15:55
Eu acredito que o Carlos Castro tivesse alguns amigos no meio de toda a podridão que o alimentava - e que ele alimentava, sempre a pôr-se em bicos de pés com a merda da carteira de jornalista. Que tivesse amigos antigos e leais, família que o aceitava como era, porque o conhecia, ao contrário de ti; e outras pessoas que simpatizavam com ele, que lhe achavam graça, que se irritavam e mesmo assim continuavam a gostar dele, pessoas que te dariam um murro nos dentes se lessem este texto. É nisso que eu acredito, não em gente-cocó-diarreia ou lá o que é. Já "humano" e "hipócrita", como alguém comentou lá atrás, parece-me uma ligação um pouco forçada.


De BOTEQUIM a 3.02.11 às 18:35
é pá! o maradona está coberto de razão bem vistas as coisas


De mm a 4.02.11 às 12:54
A minha área de estudo não é a Psicologia (nem nda lá perto) mas qualquer pessoa com dois dedos de testa percebe que quando alguém vomita insultos de todas as formas e feitios dirigidos a um outro alguém quem nos ouve (ou neste caso: lê) vai associar essas mesmas características a nós.

E essa foi a ideia com que fiquei deste blog e da sua autora.

Para bom entendedor meia palavra basta por isso não me vou alongar mais.

Tenho pena que a minha primeira e última visita a este blog tenha sido tão pouco produtiva.


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